Já disse isso inúmeras vezes e continuarei repetindo, pois escolher me mata.
Não saber do futuro, não ter certeza do que é certo ou errado. As memórias vêm sempre a tona e a imaginação voa pelos vários “se’s” que a vida nos impõe. E se isso, ou aquilo? Dormir não tem sido tão fácil e os motivos para essa “insônia”, podem até ser, mas para mim não são fúteis.
É a escolha de um novo local para morar e a obrigatoriedade de firmar um compromisso de pagar algo por mais de um ano, em um emprego que pode acabar amanhã. É a escolha de um rumo na vida, de dar um direcionamento que me dê um maior retorno pessoal.
É escolher entre esse retorno imediato ou abrir mão de alguns sonhos e postergá-los, com a incerteza de darem certo, mesmo sabendo que esse tempo me dará maiores condições para ser um profissional melhor.
Não. Não são lamentações. São apenas uma parte dos meus pensamentos que me deixa aflito. Melhor seria ganhar na mega-sena e ter que se preocupar, apenas, se o vôo pra Cancun vai sair no horário ou não.
Mas no fim das contas, a pergunta que sempre me faço é: será que um dia vou conseguir ser um jornalista que PRESTA?
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Bem, as novidades: estou para alugar uma kitinete aqui em Brasília. Sim, vou alugar sozinho porque aí (espero) ter mais tempo para estudar. Também estou pensando a cada dia mais seriamente em achar um outro mestrado e, cada vez mais, estou com a certeza de que esse lugar tem que ser fora do país. A linha aqui não está me agradando nem a forma como os professores conduzem os trabalhos.
Enfim, o trabalho continua muito – cada vez mais intenso. Estou tentando achar um frila fixo pra complementar a renda e guardar um dinheiro para ir pra fora.
Por enquanto, estou mais no plano dos sonhos. Mas é deles que se faz a realidade, não é mesmo?
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1 comment:
Falou tudo, Adriano!! Vou fazer um post sobre td isso q vc disse, aguarde!! Saudade de vc.
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